Nossa história

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A RNP foi criada em setembro de 1989 pelo então Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Seu objetivo era construir uma infraestrutura nacional de rede internet de âmbito acadêmico. A Rede Nacional de Pesquisa, como era chamada em seu início, tinha também a função de disseminar o uso de redes no país. Em paralelo à implantação de sua primeira rede, em 1992, que alcançou 10 estados e o Distrito Federal, a RNP dedicou-se a tarefas diversas, tais como divulgar os serviços internet à comunidade acadêmica através de seminários, montagem de repositórios temáticos e treinamentos, estimulando a formação de uma consciência acerca de sua importância estratégica para o país e se tornando referência em aplicações de tecnologias internet.

Em maio de 1995, teve início a abertura da internet comercial no Brasil. Nesse período, a RNP passou por uma redefinição de seu papel, estendendo seus serviços de acesso a todos os setores da sociedade. Com essa reorientação de foco, ofereceu um importante apoio à consolidação da internet comercial no país. Foi criado o Centro de Informações da Internet/BR, para dar suporte ao surgimento de provedores e usuários da rede. Mais de 3.000 questões relativas à internet foram respondidas em seu primeiro ano de funcionamento. Também criou o primeiro centro de segurança de redes brasileiro. Inúmeras empresas fabricantes de bens de informática, tais como Compaq, Equitel, IBM, Philips, entre outras, passaram a oferecer apoio concreto à RNP, fornecendo equipamentos, software e, mesmo, financiando atividades diretas do projeto.

Em outubro de 1999, dez anos depois da criação do projeto RNP, os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Educação (MEC) assinaram um convênio, o Programa Interministerial de Implantação e Manutenção da Rede Nacional para Ensino e Pesquisa (PI-MEC/MCT), hoje denominado Programa Interministerial RNP (PI-RNP), com o objetivo de levar a rede acadêmica a um novo patamar. Os dois ministérios investiriam, então, na implantação do backbone RNP2, a primeira infraestrutura de rede avançada, capaz de atender às novas necessidades de banda e de serviços para ensino e pesquisa. A Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (AsRNP), criada nesse mesmo ano pelos colaboradores do projeto RNP, apresentou-se para desenvolver e executar o programa, sob orientação de um Comitê Gestor (CG-RNP) formado por representantes do MEC e do MCT. O backbone RNP2 foi oficialmente inaugurado em maio de 2000.

Em janeiro de 2002, a Associação RNP (AsRNP) foi qualificada pelo governo federal como uma Organização Social. Com isso, ganhou mais autonomia administrativa para executar suas tarefas e o poder público, meios de controle mais eficazes para avaliar e cobrar o alcance dos objetivos traçados para a organização.

Em 26/3/2002, a Organização Social Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP/OS) firmou um contrato de gestão com o MCT. Nele, a RNP/OS predispõe-se a atingir determinadas metas, visando ao fomento das atividades de pesquisas tecnológicas em redes de desenvolvimento e à operação de meios e serviços de redes avançadas que beneficiem a pesquisa e o ensino nacionais.

Em 2005, a RNP começou a construção das suas próprias redes metropolitanas, para prover acesso entre cada Ponto de Presença (PoP) e os campi das organizações usuárias na mesma cidade, por meio do projeto Redes Comunitárias de Ensino e Pesquisa (Redecomep). Essas redes metropolitanas permitem prover conexões de alta capacidade, tipicamente 1 ou 10 Gb/s, entre o PoP e o campus, utilizando uma infraestrutura de fibra óptica construída pela RNP. Em 2014, as redes já estão em uso em quase 40 cidades do país. 

Nesse mesmo ano, a tecnologia do backbone, que passou a se chamar rede Ipê, foi atualizada com enlaces ópticos (comprimentos de onda) operando a múltiplos gigabits por segundo. Foi chamada de Nova RNP a iniciativa de melhorar a infraestrutura de redes em níveis nacional, metropolitano e local (redes de campus); atender, com aplicações e serviços inovadores, as demandas de comunidades específicas (telemedicina, biodiversidade, astronomia etc.); e promover a capacitação de recursos humanos em tecnologias da informação e comunicação.

Em 2011, a rede Ipê passou por um grande salto qualitativo, atingindo a capacidade agregada de 213,2 Gb/s, um aumento de 244% em relação à capacidade agregada anterior. Essa ampliação foi resultado de acordo de cooperação com a empresa de telecomunicações Oi em 2010, que provê à RNP infraestrutura de transmissão em fibras ópticas usando comprimentos de onda. Assim, a sexta geração dessa infraestrutura de comunicação para o ensino e pesquisa foi projetada para garantir não só a largura de banda necessária ao tráfego de internet usual, mas também o uso de serviços e aplicações avançadas e a experimentação.

Agora, o grande desafio da instituição é levar infraestrutura de internet avançada para o interior, munindo alunos, professores, pesquisadores e colaboradores de instituições das áreas de educação, saúde e cultura de ferramentas que permitam a comunicação e a colaboração com pares espalhados no Brasil e no mundo.

Evolução da Rede

Conexão em 1992

1992

Conexão em 1994

1994

Conexão em 1995

1995

Conexão em 1997

1997

Conexão em 1999

1999

Conexão em 2002

2002

Conexão em 2004

2004

Conexão em 2005

2005

Conexão em 2008

2008

Conexão em 2011

2011